quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Amanheceu
Amanheceu, o tempo está gélido, a madrugada sentiu-se mais uma vez roubada pela noite, a lua ironicamente e subtilmente levou o sonho, e deixou a saudade, levou a cor, e apagou o seu brilho, levou o amor, e deixou a gota da lágrima que cai dos céus, que faz a única coisa permanecer intacta ate hoje… a manhã. … Ela traz o brilho dos teus olhos que deixaste aqui um dia, quando nunca estiveste ou simplesmente não quiseste estar, o perfume de rosas que o vento traz como uma leve brisa de seda, nos ares, trazidos e levados pelas assas de gaivotas como se de anjos tratassem está bem patente… perfume escrito em linhas de prosas poéticas perdidas por um sonho há muito iludido, onde apenas um ser amou verdadeiramente. Tu foste única, e serás sempre um anjo nos seus pensamentos, foste tu que um dia soube lhe roubar a primeira lágrima, por amor, foste tu, que um dia o fez escrever em gritos de poesia na areia o teu nome, fazendo ecoar nos oceanos, o silencio destes mesmos
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